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Diário de uma dESarrumada

A espalhar o #cagandoeandando por essa internet fora desde 2015.

Diário de uma dESarrumada

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11
Jul18

Tipos de mamilos no porno.

Passei grande parte da minha vida de adolescente e jovem adulta a achar que tinha mamilos de criança. A rogar pragas por este meu desenvolvimento mamário que mais parecia "inacabado", como se alguém tivesse dito às minhas maminhas "parem de crescer!" quando estas ainda estavam em pleno crescimento.

 

Há cerca de 4 anos descobri que havia uma categoria de porno só para este tipo de mamilos, falei sobre isso com o meu namorado da altura e ele disse que adorava essa categoria e que ficou todo contente por eu ter esse tipo de mamilos.

 

Desde essa altura pouco tenho stressado com as minhas maminhas.

 

Por isso minha gente, se tiverem alguma característica física que considerem ser um defeito, descansem e sigam em frente... parece que há sempre alguém que vai gostar daquilo que nós temos! Temos é que encontrar esse alguém...

20
Mai18

Toda a gente a falar sobre o vestido da Meghan...

... e eu só consigo pensar numa coisa.

 

Se ela com 36 anos ainda conseguiu sacar um príncipe, então eu com 27 anos ainda vou muuuuuito a tempo de sacar um para mim.

Vamos lá, ajudem aqui a vossa dESarrumada que nunca vos pediu nada. Quantos príncipes solteiros entre os 22 e os 35 anos conhecem??

 

Estou a receber moradas, números de telefone e coordenadas GPS no mail 

 

adesarrumada@sapo.pt

 

Vá, não se atrasem que já não vou para nova! Mas também não se apressem muito, tem de dar tempo de eu perder os 6 kg que me faltam para entrar num vestido branco daqueles sem passar vergonhas na imprensa internacional.

 


Beijos na bunda! 

 

 

04
Mai18

Dinheiro = amor

As coisas com o S. não resultaram, muito por escolha minha, o resto por escolha dele.

Quando no início de uma relação alguém te diz que há certas coisas sobre a sua vida profissional que nunca te vai contar... não fiques com medo de ser julgada se saires de fininho: corre com quantas pernas tiveres! Até sair um pulmão cá para fora ou algo do género.

 

Conheço uma moça que tinha dado tudo para conhecer um rapaz assim riquíssimo e cheio de "amor" para dar. Mas eu não procuro este tipo de amor comprado. Pessoas tão vazias que a única coisa que têm é uma conta cheia no banco.

 

Quando alguém me diz na esplanada de um restaurante:

 

"Olha aquela ali, levantou-se para ir buscar o casaco do marido ao carro. Tu podias ser assim comigo."

 

Eu não sou fria, atenção. Mas nesse dia estava com muito frio porque não levei casaco, deixei no carro, ele tinha levado o dele. E nem se apercebeu disso quando falou. Naquela noite específica, quem estava com frio era eu. E não só o marido da outra senhora.

 

Quem é que tem que fazer o quê, numa relação, afinal? Pergunta difícil de responder. Afinal uma relação faz-se a dois, em simultâneo, sem sistema de trocas e transacções, ou estarei enganada? Aos olhos de alguns que só pensam em receber, os meus argumentos não têm peso nenhum, tal como os dele não tiveram para mim.

 

Eu cá não gosto do dá-cá-toma-lá, ele parecia gostar. Mas quando um tem muito mais para dar que o outro, a coisa está fadada ao insucesso, seja dinheiro ou amor. Cada um dá o que tem.

 

Quando acabas e alguém te diz: "Olha e a gasolina toda que gastei naquelas duas vezes que fomos passear? Quem me devolve esse dinheiro?"

 

Pois. Cada um dá o que tem, claramente alguns têm mais para dar que outros. E não estou a falar de dinheiro no banco, que esse ele tinha muito. Mas eu queria dar amor e ele só tinha dinheiro.

 

Há muita coisa que o dinheiro pode comprar. Disso não tenho dúvidas nem nunca terei.

 

Mas o dinheiro não compra amor, pelo menos por enquanto, muito menos o meu.

 

31
Ago15

Dar um título à relação, ou não?

Ora bem, para quem ainda não sabe (mas devia saber!), eu ando a falar com um rapazito que está em Portugal (o plutónio-man, nome carinhosamente dado por um leitor meu, e que eu aceitei de bom grado, porque o moço, efectivamente, cresceu num campo de plutónio).

E... a coisa vai não vai, entre férias,quecas tórridas, passeios giros e conversas mais sérias, decidimos ser exclusivos um  ao outro... Mas! Vem aí um mas minha gente... Aqui a dESarrumada, que é uma pessoa muito pensadora está com um problema grave (que aflige muitas mulheres pensadoras), passo a citar: nunca houve a palavra namoro no horizonte. 

Eu cá gosto de ter as coisas bem definidas e, começando a analisar demais a situação, cheguei a diversas conclusões e a outras que ainda me deixaram mais em dúvida...

Primeira questão, gosto imenso dele e ele gosta imenso de mim (palavras dele!), mas definir um namoro com 1400 km de distância a separar-nos seria algo difícil, certo? Mesmo falando todos os dias, o dia em que nos vamos voltar a ver é sempre uma incógnita, as épocas festivas seriam (quase) sempre passadas à distância, entre outras coisas giras, que com tanto (maldito) quilómetro a separar-nos seria difícil de ultrapassar. Mas, a modos que... para esta questão não encontro resposta. Já aceitei que a distância é um facto, agora é ir um dia de cada vez... certo?

Segunda questão, o sexo é óptimo, parece que estamos em sintonia, as coisas que eu gosto encaixam exactamente nas que ele gosta, e nunca senti tanto prazer e conexão com alguém antes dele. Já para não falar no bónus tamanho! Esta questão do sexo entra porquê, perguntam vocês? Porque podia simplesmente aproveitar esta componente fantástica e aproveitar estes dias tão bons que passo com ele. Cagando em rótulos, títulos, e sendo feliz, até acabar o bem bom (ou não!).

Ou seja, exponho-vos aqui a minha situação porque estou "confundida" (já dizia a outra!). Quero assumir algo sério com ele, mas ao mesmo tempo tenho medo de ser a pior ideia de sempre! Tenho medo de deixar arrastar isto, e quando me quiser afastar já estar tão envolvida que vou sofrer horrores. E tenho medo de andar cada um no seu canto a meter os palitos como bem quiser, se nunca definirmos isto (eu cá não gosto de traições, mas se não houver nada definido ele pode comer quem bem quiser, e supostamente eu também). Merda para isto. Ele é um rapaz porreiro, mas a longo prazo não me imagino a voltar para Portugal... e não sei se ele viria para aqui.

Estou sem ideias sobre o que fazer a seguir. Tenho noção que estou a pensar demais e a estragar a magia da coisa, que é muita! Por isso ou cago no assunto e deixo andar, ou tomo alguma atitude, que não sei bem qual. Se alguém já passou por isto, ajudem aqui a pobre. 

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