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Diário de uma dESarrumada

A espalhar o #cagandoeandando por essa internet fora desde 2015.

Diário de uma dESarrumada

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16
Abr19

Foodies lisboetas, preciso dos vossos conselhos!

Perguntei recentemente no Instagram que restaurantes aconselham no Porto para comer uma boa francesinha, responderam: 

1. Santiago

2. Lado B

3. Barcarola

 

Agora preciso da malta de Lisboa outra vez... vou a Portugal passar uma semana e meia com uma colega francesa, por isso estou à procura dos cantos mais Tugas que conseguir encontrar... quero um restaurante que TRANSPIRE PORTUGALIDADE, quero sentir o cheiro a bacalhau impregnado nas paredes, quero ver as manchas de vinho na mesa, quero ouvir o Fado a ser cantado através de colunas de rádio manhosas (giro, giro, era ser numa casa de Fados que não custe um braço!)

 

Que me aconselham? Casa de Fados? Sim ou não? Onde? 


Beijo na bunda !  

11
Mar19

Malta de Lisboa...

As minhas estatísticas dizem que há mais de 200 Lisboetas a ver o meu blog regularmente... das duas uma, ou é sempre a mesma pessoa, ou vocês andam aos magotes por aí! Por isso vou fazer o que uma dESarrumada da Serra faz melhor e vou aproveitar-me dos vossos conhecimentos sobre a cidade...

 

Digam lá, dá para fazer Lisboa-Sintra ida e volta no mesmo dia? Com as visitinhas ao Palácio e jardins incluídas... ou aconselham ficar a dormir por lá? Que meios de transporte aconselham para esta aventura?? 

 

E já agora um restaurante fixe naquela zona que dê para ir a pé. 

 

Beijo na bunda! 

29
Abr18

Aventuras num hostel em Lisboa.

Depois de uns dias impecáveis em Aveiro lá fui eu rumo a Lisboa. 

 

"Tirem-me deste filme!!!" foi o que a minha mente gritou bem alto depois de um lanche e jantar com os doidos varridos aqui da blogosfera! TriptofanoDavid e Tatiana

Fátima e Coiso, abraço para vocês que estiveram ausentes, fica para uma próxima!

Um beijinho especial para o cara-metade (quando é que ele faz um blog, mesmo?). Sim, Triptofano, o teu cara-metade merece uma linha especial neste post porque foi o condutor e tu sabes que nem eu e tu gostamos lá muito dessa coisa chamada "conduzir"!  E era preciso que me pagassem uma boa nota preta para eu conduzir na capital de qualquer país!

 

Chegada ao hostel fiquei, como é óbvio, no beliche de cima! Num quarto com 10 pessoas, entre as quais havia muitos gajos (não vos consigo dizer a percentagem exacta) mas sei que praí 3 ressonavam e passaram a noite toda a fazer um concurso secreto de "vamos lá ver quem ronca mais num menor período de tempo!"

 

E hoje de manhã ainda meia bêbada de sono ia a descer aquela traquitana e dei um passo em falso num degrau, quase que me esbardalhava cá em baixo, no chão do quarto. O que vale é que só fiz um barulhão enorme e acordei toda a gente, podia ter sido pior! Foi a vingança pelos roncos!

 

Entretanto estou aqui a escrever isto na sala do hostel, que fica no caminho para a casa-de-banho, e já passaram uns quantos jeitosões em boxers com uma toalha na mão, a maior parte brasileiros (já vos falei da minha vontade de um dia provar um bom salpicão brasileiro?). Será que precisam de ajuda para esfregar qualquer uma das suas partes anatómicas? Quando digo qualquer coisa, é mesmo qualquer coisa. Eu cá não sou esquisita e gosto de pessoas limpinhas.

28
Jan18

Cheguei a casa.

Pois é. Cheguei a casa do mini-fim-de-semana em Lisboa. Foi tão brutal. Conheci pessoas inesquecíveis num jantar mesmo top! (mas sobre isto venho cá falar mais logo durante a semana). Entretanto já fui à caixa do correio e isso fez-me reflectir um bocado nas seguintes informações que vou já, já, debitar rapidinho...

 

Há 3 coisas difíceis de abrir na vida:

 

Uma tangerina no comboio. É quando ela se lembra de libertar todos os sumos para cima do estofo do banco e quase que perdemos uma vista com tanta acidez. Isto tudo com um senhor africano a olhar para mim fixamente porque estava num daquele lugares para 4 pessoas com mesinha no meio.

 

Um preservativo quando temos as mãos cheias de nhanha. Até c'os dentes aquilo vai. (apesar de eu não recomendar nada irem lá com os dentes. olhem as doenças. olhem os bebés. olhem... bem, se forem fazer um broche ou anal isto não conta.) *post editado

 

Quando chegas a casa de mini-férias ou grandes-férias, ou seja lá o que for, e tens uma carta do banco à tua espera. Posso jurar aqui a pés juntos, preferia mil vezes que fosse a tangerina ou o preservativo.

 

Afinal era só uma atestação do seguro da casa, mas durante o tempo todo em que tive a subir os quatros andares e a ir buscar uma naïfa para abrir aquilo, transpirei que nem uma porca com medo.

 

* NOTA : no primeiro post escrevi esta frase na ordem errada e deu a impressão de que fazer sexo oral e sexo anal não são uma forma de contágio de doenças sexuais! Meus caros, estamos em 2018, já toda a gente sabe, ou devia saber, que o sexo oral e sexo anal podem ser fonte de doenças sexualmente transmissíveis! Já no que toca aos bebés, normalmente com o sexo oral (arrisco dizer) que é quase impossível engravidar, já com o sexo anal é preciso ter cuidado para o esperma não "escorrer" para a vagina, ou não haver contacto do bráulio com a vagina, ou o típico "enganei-me no buraco, toma lá disto". Vá, continuem com as marotices, mas sempre protegidinhos! 

07
Dez16

Coisas que aprendi a turistar em Lisboa.

Esta foi a segunda vez que andei por Lisboa na minha vida. Sim, sou uma rapariga do campo, não me julguem.


 


Resumindo...


 


) aprendi que uma cidade pode ter 70% do seu território em obras ao mesmo tempo;


 


) aprendi que se pode pagar quase 3€ por uma Coca-Cola de lata em Portugal (na minha zona é cerca de 1,20€ nos cafés, daí o meu choque);


 


) aprendi que quando chove em Lisboa, chove mesmo, e que quando chove e estás a tentar correr num passeio de meio metro de largura com carros a passar ao lado, as tuas pernas molham-se mesmo;


 


) aprendi que podemos estar numa cidade de Portugal e ouvir todas as línguas do mundo, e que se pode ficar em dois hosteis diferentes e num ser atendido por uma brasileira e noutro por uma polaca;


 


) aprendi que (e já que estamos numa de falar de línguas), que se pode entrar no Mundo Fantástico da Sardinha Portuguesa no Rossio, e ser atendido com um "bem-vindo" dito com sotaque brasileiro ou jantar num restaurante da rua Augusta e ser servida por um senhor que SÓ sabe falar inglês;


 


) aprendi, ou se calhar foi só impressão minha, que a capital já pouco ou nada nos pertence, tanto pelos preços praticados como pelas actividades propostas;


 


) aprendi que o turismo traz muito dinheiro a um país, e que tem que se explorar essa faceta até à exaustão e até não haver mais pinga de bom-senso.


 


As coisas que uma pessoa aprende quando anda a turistar no seu próprio país. 


 

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