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Diário de uma dESarrumada

A espalhar o #cagandoeandando por essa internet fora desde 2015.

Diário de uma dESarrumada

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09
Jun19

Ainda era tão novo...

IMG_20190609_173330.jpg

 

Pronto. O Panda de Ouro ficou-se pelos 3 meses e 6 dias. Ainda era tão novo... paz (pás! pás! pás!) à sua alma. Oremos irmãos.

 

Já dizia o outro :

 

Por cada uma que dás, é um Panda de Ouro que morre.

 

Querem saber como aconteceu? Se sim, em post normal ou formato TindAdvisor?

 

Beijo na bunda! 

 

18
Mar19

Diário de bordo 18.03.2019

Hoje de manhã falei na TPM aqui (estou a escrever isto à 1h20 da noite de Domingo para Segunda). Ainda estava em casa da minha amiga e tinha acabado de acordar. Entretanto voltei para casa depois de 5 dias na boa vida, 3 deles passados em Paris com uma possível futura colega de trabalho***, só voltei no Sábado durante a tarde e entretanto fiquei a dormir numa amiga do trabalho e fomos comer ao Buffallo Grill

 

***Vocês nem imaginam as mudanças drásticas de vida e hipotéticas-quase-reais que para aqui andam!... ando com falta de tempo para contar isto tudo e admito que praticamente só tenho escrito posts com o telemóvel! Ando sem rotina no blog, sem rubricas, oh well, foda-se! por agora vai sendo assim...

 

Depois cheguei a casa (o meu apartamento no 4º andar na região centro de França!) e masturbei-me - porque isto de ficar na casa dos outros e andar sempre acompanhada impede o desenrolar normal das minhas rotinas masturbatórias frequentes, e by the way, estava tão entusiasmada que até experimentei o António Vibrações e o Dildo-não-Vibrações, os dois ao mesmo tempo, no mesmo buraco   não couberam! Mas diverti-me imenso a tentar 

 

Entretanto comecei a ter sinais do período! E já não é a primeira vez que isto me acontece, masturbar-me no momento em que chega o período - e não sei se também acontece com vocês, mas no dia em que o vermelhão chega, sinto uma excitação crescente (sem falar nos inchaços e coisas do género dos dias anteriores que desaparecem gradualmente com a chegada do dito cujo) que só é aliviada com a masturbação!

 

Pronto, achei este ritual giro e pensei em partilhar estes factos masturbatórios completamente random com vocês. Espero que tenham gostado e que comecem a vossa semana com um sorrisinho na cara!  beijo na... já sabem onde  

03
Mar19

LIBERDADE!!!

Não sei se acompanham os stories do Insta aqui da je... e antes de mais quero pedir desculpa aos seguidores do blog, mas ultimamente o tempo de fazer posts mais elaborados tem escasseado e como tal, os meus fãs (coff coff) do Instagram têm sabido todas as novidades em primeira mão... afinal, o Insta pode ser usado na casa-de-banho, enquanto que escrever posts com links no telemóvel é uma valente poia...  visto que estou no computador, e que este gajo ultimamente não tem ligado quando quero e só funciona quando lhe dá na real gana, vou aproveitar para escrever um testamento. Só lê quem quer 

 

Antes de avançarem, e para me conhecerem melhor em termos profissionais leiam:

 

Como vim parar a França

 

Pois bem, agora que já leram o link anterior e conhecem todo o meu contexto profissional:

 

DESPEDI-ME!!!

 

Depois de vários posts em que vos massacrei literalmente com o meu descontentamento no trabalho onde estou, decidi cagar no contrato de 2 anos que ainda tinha com eles até junho, e entreguei a minha carta de despedimento. Assim, de um dia para o outro!!!

 

A carta já estava escrita. As razões já estavam mais do que definidas na minha cabeça... mas faltava um quando e um como.

 

Na sexta-feira dia 22 de Fevereiro estava eu fartinha atéaojolhos das condições de trabalho, e eis que ao passar no corredor onde está o escritório dos médicos, onde também trabalha o médico chefe do serviço e que é o responsável pela equipa onde trabalho, pensei: "e se fosse agora?"... andei discretamente pelo corredor, assim como quem vai buscar fotocópias, e vi que ele estava sozinho no escritório: "nem é tarde nem é cedo, vou fazê-lo agora."

 

E entrei, a tremer que nem varas verdes, mas consegui verbalizar as palavras que há mais de dois anos não queriam calar na minha cabeça:

 

"Eu despeço-me!"

 

E foi assim. Foi assim que comecei a anunciar a minha liberdade... e que a coisa se começou a tornar real. Esperei até quarta-feira para anunciar ao resto da equipa. E desde esse dia toda a gente soube que eu me ia embora. Tenho um defeito psicológico: acho sempre que ninguém gosta de mim. Onde quer que esteja acho sempre que as pessoas fazem de conta, que ninguém me aprecia verdadeiramente. Talvez uma síndrome do impostor disfarçada? No dia em que me despedi percebi que até há algumas pessoas que me apreciam, e que afinal as minhas inseguranças são coisas da minha cabeça - ressalvo que não sou amada a 100% por toda a gente da equipa, mas o chocolate que é o chocolate e que eu amo de paixão, nem esse agrada a todos!

 

Acabo o contrato no dia 5 de Abril e depois vou fazer substituições nesta zona até meio de Abril porque tenho férias em Portugal na altura do meu aniversário... sim, sou uma Toura tardia.

 

A partir de Maio é o vazio em termos de planos. Ainda não sei o que vou fazer. Só sei que quero viajar e ver o mundo. Vi algumas ofertas na Corsega e noutras ilhas francesas, mas ainda estou a ver como posso fazer isto a nível de logística. Nunca pensei tomar uma decisão destas sem ter tudo planeado ao pormenor. Às vezes nem eu própria me reconheço... Quem me conhece desde o início do blog em 2015 sabe bem que a dESarrumada antiga NUNCA teria feito isto.

 

Eu queria controlar tudo... tudinho... até ao mais ínfimo detalhe. Acreditava que tinha um rumo a seguir profissionalmente e que se não o seguisse ao detalhe seria um grande falhanço. Para quem não sabe: quero ser professora e ter o meu negócio próprio na área em que trabalho. E achava que tinha que o conseguir antes dos 30 anos. Se não conseguisse teria falhado na vida. E esta forma de pensar estava a destruir-me. Não dá para controlar tudo na vida, e tentar fazê-lo é frustração na certa.  Todos estes "tenho que..." só me traziam ansiedade e estragavam os momentos felizes... Em vez de deixar a vida fazer a sua cena, tentava micro-controlar todos os meus movimentos e tentar escolher o caminho X para fazer a coisa Y e acabar na situação W. Aos poucos estou a conseguir abrandar. Percebi que se atingir o que quero nem que seja aos 50 anos ou mais tarde, não é grave! E talvez ser professora ou ter um negócio próprio não seja para mim... e está tudo bem.

 

No entanto, a minha mente ainda tem assim uns laivos de quase-ataque-de-pânico-oh-meu-deus-onde-me-vim-meter, mas já estou muuuuuuito melhor. A única coisa que ainda me deixa bastante desnorteada são gajos. Ah e tal é muito bonito estar numa onda de liberação sexual "vida-louca-quero-foder-até-cair", mas basta um gajo dar-me mais conversa, convidar para jantar, dormir, a coisa ficar mais íntima e já penso que encontrei o homem da minha vida... tsss.... ainda tenho muito trabalho de desenvolvimento pessoal e emocional pela frente nesta área... pouco a pouco chego lá. Acredito que tudo isto me esteja a preparar para saber reagir quando encontrar alguém especial. Estou a aprender o que quero e o que não quero. Espero.

 

A vida faz-se caminhando. E se já fossemos "grandes e crescidos" desde que nascemos... que piada teria esta puta de viagem? Eu não sei... mas como uma pessoa muito inteligente um dia me disse "Se eu tivesse asas era um avião"  E nesse dia, essas palavras tão simples mas tão sábias eram o que estava a precisar ouvir para me deixar de merdas.

 

Beijo na bunda 

11
Jan19

Diário de bordo 11.01.2019

Nem sempre a vida nos dá o que queremos quando queremos. Às vezes olhamos à volta e ficamos com a impressão de que já todos têm o que nós queremos. E vem aquele sentimento de se ser incapaz, de não se estar à altura das expectativas. Já passo por isto há muito tempo. Esta capacidade crónica de estar quase sempre insatisfeita. A vida só por si não me satisfaz. Ou é essa a impressão que tenho. E por isso vou andando nesta vida à deriva, ao sabor do vento, a achar que estou a controlar alguma coisa.

 

Coitadinha de mim, pffff, achar que controlo nem que seja só um bocadinho o rumo dos acontecimentos, o encadeamento de acções e consequências. Já disse aqui e vou repeti-lo várias vezes até entrar : tentar planear o futuro não serve para nada. Não existe utilidade prática em tentar viver o futuro que ainda não aconteceu vezes e vezes sem conta na esperança de saber se a escolha que estou a fazer é mesmo a melhor de todas.

 

Hmmmm... a ansiedade já não bate tão forte como antigamente, nesse aspecto 2018 foi o ano de dizer adeus a esta merda... Mas de vez em quando, encontro por aqui neste cérebro de gavetas desarrumadas, uns resquícios de medo e paralisação da escolha que pensava já ter abolido. Isto é para a vida toda. Isto é para a vida toda. Às vezes baixo a guarda e o pensamento acelerado volta. Mas o compromisso que assumi comigo mesma para ser feliz, independentemente do caminho que escolher, é muito mais importante do que qualquer resto de ansiedade que ande para aqui perdido.

 

E na última quarta-feira tive alta da psicóloga. Ela diz que estou apta a gerir as minhas emoções sozinha, que já não preciso de trabalhar a regulação emocional. Por isso a partir de agora estou oficialmente "por minha conta". Vá, vamos embora que ainda há muito para fazer nesta vida.

 

27
Ago18

Diário de bordo 27.08.2018

Escrevo isto no domingo à noite (muito tarde) mas vai sair no blog na segunda-feira de manhã, porque isto já não são horas decentes para postar algo - insónia, whatelse??? Este foi o primeiro domingo do verão em que esteve mais fresquinho. Dormi com um pijama de mangas e calças compridas, e acordei gelada às 6h da manhã. Levantei-me para colocar uma mantinha em cima de mim, enrolei-me toda em modo casulo e sabe-se lá como voltei a adormecer até ao meio dia.

 

Ontem, sábado, comecei um grande destralhe aqui por casa. Adivinhava-se um fim-de-semana sem actividades previstas, e para além de ir às compras de comida no sábado e dar uma corrida no domingo, não fiz mais nada para além de arrumar e destralhar. Estou a fazer com calma, ao meu ritmo. Pois só assim funciona comigo. Nunca fui uma pessoa de pressas no que à casa diz respeito, e aceito-me assim. Parei para ir lendo uns livros ou ver uns episódios de séries, já agora, This is us é SÓ uma das melhores series de sempre. Destralhei imenso. Mas ainda falta muita coisa.

 

Cancelei uns planos que tinha para o próximo sábado. Quero continuar nesta missão de arrumar tudo que acumulei ao longo de mais de 3 anos e meio em França. E pensar que cheguei cá só com a roupa do corpo e mais 30kg de mala. Agora tenho um apartamento T2 cheio de tralha, da qual me quero livrar.

 

No meio das arrumações encontrei uma caixinha de incensos que tinha trazido de Portugal. Comprei-a algures durante o meu último ano de estudos, na loja Natura, numa altura em que estava prestes a entrar em estágios e cheia de dúvidas sobre se tinha feito a escolha correcta ao vir para esta profissão, e decidi começar a fazer meditação. Com incenso e velinhas, porque era mais zen.

 

Sempre recorri a este incenso, não de forma regular, mas quando andava mais ansiosa. Especialmente no meu primeiro ano de trabalho, e único ano de trabalho em Portugal. Desde que o trouxe para França raramente o usei, primeiro porque no início não vivia sozinha, e segundo porque quando mudei de casa ele "perdeu-se" no meio da confusão aka buraco negro que é aquela divisão para tralha - ao que algumas pessoas gostam de chamar despensa. Acendi-o ontem. Ainda sobram alguns bastões (não sei qual é o nome oficial dos "pauzinhos" de incenso?).

 

Olhem, o meu apartamento está a cheirar a Portugal, ou pelo menos aquilo que ele era para mim quando me vim embora. A casa cheira aos meus últimos estágios. Cheira a esperança, a sonhos, cheira a tudo que fui e já não sou. Já lá vão 6 anos desde que o comprei, já lá vão 6 anos desde que o respirei pela primeira vez, já lá vão 6 anos desde que andei perdida e não sabia o que o futuro me trazia. Não é que agora não ande perdida - sinto-me mais perdida do que nunca - mas ao menos já sei o que não quero.

 

Ainda me lembro do meu primeiro trabalho. De estar a morar num estúdio de um sótão com uma área de 3x3m. Tinha uma única janela de Velux no tecto, que não abria. Lembro-me de ter começado a minha vida profissional muito por baixo, de ter arriscado tudo, de ter apanhado um comboio para trabalhar a 2h de casa, porque na minha zona não havia nada para mim e queria começar a trabalhar o mais depressa possível. Ganhava sensivelmente 3€ à hora, às vezes mais, outras vezes menos. Sentia uma pressão enorme no trabalho, colegas infernais, e uma depressão a começar. Deitava-me a chorar e acordava a chorar, deixei de ver um futuro, fiquei paralisada, sem conseguir agir.

 

Depois de algum tempo lembro de me dizer que a vida não podia ser só aquilo... vezes e vezes sem conta. E o raio do incenso deixava aquele mini-estúdio empestado, tinha que abrir a porta que dava para as escadas do prédio para o estúdio arejar. Vim embora, foi a solução que encontrei para sair daquela dormência em que estava. A trabalhar 12h/dia era difícil encontrar tempo para enviar CV's e ir a entrevistas. E despedir-me para encontrar trabalho com poupanças quase nulas e sem saber quanto tempo isso poderia demorar, na altura, estava fora de questão.

 

Portanto, este cheiro fez-me lembrar do meu início, e este post foi o resultado das reflexões que tive durante o dia todo. Fez-me pensar em tudo que imaginei para a minha vida e não aconteceu. O facto de pensar que iria ter uma oportunidade assim que saísse da universidade... depois apercebi-me que estava a ser ingénua, muito ingénua mesmo. Nada cai do céu, muito menos para alguém que não tem cunhas e não foi especialmente brilhante durante as aulas. Atenção, tinha boas notas, mas era marrona, não consegui cair nas boas graças de nenhum professor que me oferecesse um trabalho na sua clínica, ou me convidasse para dar aulas na escola, como aconteceu a alguns colegas. Isso a mim nunca me aconteceu.

 

Talvez não tenha acreditado com força suficiente, talvez não tenha confiado em mim própria o suficiente. Vim embora. Mas podia ter ficado e ter continuado a tentar. Foi uma escolha minha. Não o considero desistir, considero que trouxe a minha luta para outro país onde o salário que ganho me permite pagar as contas todas e ainda fazer algumas "extravagâncias". Sei que se tivesse ficado não teria vivido tudo que já vivi, teria de certeza vivido outras coisas espectaculares, mas diferentes. Não me arrependo nem por um segundo das decisões que tomei. Mas é impossível não pensar no que poderia ter sido. E não sentir esta vontade de voltar, mais para provar a mim própria que consigo, do que por outra coisa qualquer.

 

Os amigos que tinha em Portugal foram-se afastando pouco a pouco. Só falo com 3 pessoas lá, para além da minha família, e uma delas estou a pensar cortar relações porque só me fala quando lhe é conveniente (estão a ver aquele tipo de pessoas que só fala deles mesmos e que nunca pergunta como estamos? Ela é assim). Resumindo, se voltasse para Portugal teria que começar do zero, como se fosse outro país qualquer, excepto o facto de já falar a língua e conhecer a cultura.

 

É curioso, mas quando faço arrumações, é como se vasculhasse nas gavetas internas da minha mente e abrisse tudo outra vez, para as arrumar melhor. Sinto que tenho muitos assuntos internos que nunca ficaram verdadeiramente resolvidos. Só fechei a gaveta cheia de tralha e nunca mais pensei nela. Mas, está na altura de arrumar as minhas gavetinhas, uma a uma. Demore o tempo que demorar. Sei que quando tudo estiver arrumado, por dentro e por fora, serei mais eu. E poderei, finalmente, começar a viver a minha verdadeira vida. E mandar o seu rascunho para a reciclagem.

 

 

P.s: Este é o tipo de posts que não formato porque saiu tudo de uma só vez, sem reflexão. Se as ideias estiverem confusas ou sem nexo, não se preocupem que eu também não. Só queria mesmo tirar isto do peito.

 

P.s.2: Não justifiquei o texto porque no meu post sobre as dicas de como escrever num blog a Joana Rita disse que por cada texto longo que for justificado morre um unicórnio. E Deus me acuda se morrer algum unicórnio mai'fofo por minha culpa.

 

03
Jun17

Diário de bordo 03.06.2017

Juro, tanto estudo vai fazer-me mal. Isto não pode ser saudável. 


Logo vou à festa da terrinha aqui, sozinha como de costume, só numa de sair de casa. Tem carroséis e tudo o mais, vamos lá ver o que têm estes franceses para oferecer.


Voltei a encarrilhar na alimentação saudável. Tenho lido os livros sobre alimentação paleo que já tinha ali na estante a ganhar pó. Não tenho aprendido muito mais do que aquilo que já sabia a pesquisar na net e a ver vídeos no Youtube, mas dá para meter as ideias em ordem.


 


Querido diário, será que é desta que fico boa?


 


Com o moço está tudo a andar. Longe mas dentro dos conformes. E ainda tenho saudades dele e de todas as partes do corpo dele incluídas, uma em especial. Se é que me entendem.

30
Mai17

Diário de bordo 30.05.2017

Ás vezes chego ao final do dia e apetece-me deixar aqui umas reflexões sobre o meu dia. Hoje foi assim:


 


O nosso chefe, aquele que é um colhão com pernas, ameaçou anular as nossas férias de Verão se não conseguíssemos substituir uma colega que foi fazer formação esta semana durante 3 dias. Toma que é para almoçarem colegas polacos que andam sempre a dizer que não têm tempo! Depois da ameaça arranjou-se logo espaço na agenda para fazer o trabalho da outra. Compreendo porque é que ele o fez, mas ameaçar no trabalho abre um precedente que até eu tenho medo do resultado...


 


Estou há 10 dias a viver com 10€, final do mês é lixado. Nunca vi o meu frigorífico tão vazio. Mas descobri que mesmo quando pensamos "já não tenho nada para comer", uns enlatados tirados da despensa fazem um manjar dos deuses de salivar e chorar por mais. A minha avó é que tem razão, podia poupar mais se não comesse tanto (ela falou em viajar, mas isto vai quase tudo dar ao mesmo!).


 


Hoje enviei uma mensagem marota ao moço, a primeira desde que namoramos... tive que ser eu a primeira a iniciar estas lides que o moço deve ser tímido para abordar este assunto. Resposta dele: "eu, tu, umas cervejas e um quarto, nem sabes o que te fazia". Ou seja, tem sido tímido, mas é só uma pessoa dar um dedo e o bixo pega logo no braço todo. Malandro.


 


Depois de ter perdido aquele quilo, não perdi mais nada. Mas já não faço cocó há 3 dias, deve ser isso.


 


 


 


 

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