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Diário de uma desarrumada

. desarrumações . emigração . humor parvo . lifestyle . badalhoquices . coisas de gaja .

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09
Set18

Casamentos.

Espero ansiosamente que o fim de Outubro chegue para ver se os meus stories no Instagram ao fim-de-semana deixam de ser todos em casamentos.

Desde Maio, tenho sempre o prazer de ver cada micro-segundo da vida de 3 a 5 pessoas que foram a um casamento. E mais, um rapaz no meu insta, que conheci na Universidade, já meteu 7 fotos em casamentos diferentes com a hashtag #papacasamentos. Outra rapariga não meteu a hashtag, mas assim bem contadinhos, já vai em 4 este ano. Onde arranjam dinheiro para tanta prenda?? Ou serão daquelas pessoas que só vão com a intenção de enfardar?

Outra coisa, porque raio fico com a sensação de que todos os casamentos saíram da mesma cabeça? Ele é cortina de fogo durante o brinde, ele é bolo praticamente igual (já vi mais de 10 fotos de bolo de casamento, sinto-me no direito de afirmar isto), ele é lançar de balões com leds lá dentro enquanto todos os convidados seguram naqueles mini-foguetinhos dos bolos de aniversário das crianças, o bouquet da noiva supostamente minimalista copiado por todos, os vestidos da noiva lá vão mudando de qualquer coisita, mas o All of Me durante a subida da fêmea ao altar??? Não falha.

 

2014 ligou e quer as suas ideias de volta!!!

 

04
Mai18

Dinheiro = amor

As coisas com o S. não resultaram, muito por escolha minha, o resto por escolha dele.

Quando no início de uma relação alguém te diz que há certas coisas sobre a sua vida profissional que nunca te vai contar... não fiques com medo de ser julgada se saires de fininho: corre com quantas pernas tiveres! Até sair um pulmão cá para fora ou algo do género.

 

Conheço uma moça que tinha dado tudo para conhecer um rapaz assim riquíssimo e cheio de "amor" para dar. Mas eu não procuro este tipo de amor comprado. Pessoas tão vazias que a única coisa que têm é uma conta cheia no banco.

 

Quando alguém me diz na esplanada de um restaurante:

 

"Olha aquela ali, levantou-se para ir buscar o casaco do marido ao carro. Tu podias ser assim comigo."

 

Eu não sou fria, atenção. Mas nesse dia estava com muito frio porque não levei casaco, deixei no carro, ele tinha levado o dele. E nem se apercebeu disso quando falou. Naquela noite específica, quem estava com frio era eu. E não só o marido da outra senhora.

 

Quem é que tem que fazer o quê, numa relação, afinal? Pergunta difícil de responder. Afinal uma relação faz-se a dois, em simultâneo, sem sistema de trocas e transacções, ou estarei enganada? Aos olhos de alguns que só pensam em receber, os meus argumentos não têm peso nenhum, tal como os dele não tiveram para mim.

 

Eu cá não gosto do dá-cá-toma-lá, ele parecia gostar. Mas quando um tem muito mais para dar que o outro, a coisa está fadada ao insucesso, seja dinheiro ou amor. Cada um dá o que tem.

 

Quando acabas e alguém te diz: "Olha e a gasolina toda que gastei naquelas duas vezes que fomos passear? Quem me devolve esse dinheiro?"

 

Pois. Cada um dá o que tem, claramente alguns têm mais para dar que outros. E não estou a falar de dinheiro no banco, que esse ele tinha muito. Mas eu queria dar amor e ele só tinha dinheiro.

 

Há muita coisa que o dinheiro pode comprar. Disso não tenho dúvidas nem nunca terei.

 

Mas o dinheiro não compra amor, pelo menos por enquanto, muito menos o meu.

 

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