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Diário de uma desarrumada

. desarrumações . emigração . humor parvo . lifestyle . badalhoquices . coisas de gaja .

Diário de uma desarrumada

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03
Set18

O dia em que deitei a balança fora.

Quinta-feira 30 de Agosto.

 

Eu e a H. costumamos juntar-nos às quintas-feiras para ver La casa de papel - já agora a série está brutal, se ainda não viram corram, se vão comentar algo da segunda season calem-se para sempre porque não curto nada spoilers - continuando... estávamos a ter conversas feministas, como costumamos ter quase sempre que estamos juntas, e falávamos sobre o peso, a importância que isso tem na nossa vida, e como a sociedade conseguiu, ao longo de gerações e gerações, convencer-nos de que o nosso bem-estar físico dependia de um número.

 

Ela contava-me sobre o facto de só se pesar quando vai à nutricionista, e que isso antes era todos os meses, agora só de dois em dois meses, e que andava sempre contente, porque estava a ter sempre resultados positivos. Eu disse-lhe que me pesava todos os dias e que às vezes o peso oscilava tanto que ficava meia deprimida, apesar de fisicamente, até me sentir bem... (claro que há aquelas gordurinhas nas coxas e baixo-ventre, mais um inchaço na barriga que não gosto, mas no geral até me sinto bem com o meu corpo).

 

Tanto falámos sobre os malefícios de me pesar todos os dias e de estar, por isso, sujeita às oscilações da acumulação de líquidos corporais que quando cheguei a casa fui logo esconder a balança na minha despensa da tralha... lembram-se daquela divisão que tenho que está a abarrotar de objectos acumulados e outras quinquilharias não identificadas? Pois bem, meti a balança bem lá no fundo, e agora só a volto a tirar quando me voltar a sentir bem com as tais ditas "gordurinhas". Sim, ando a fazer atenção ao que como, sei que idealmente gostava de perder 8kg, mas também sei que posso perder menos do que isso e sentir-me bem na mesma. 8 é só um número, 68 é só outro número, e 60 não é o objectivo da minha vida. Sei que vou conseguir ser feliz sem ver o raio de um 60 na balança... vou, não vou?

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