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Diário de uma desarrumada

Desarrumações diárias de uma rapariga emigrante.

Diário de uma desarrumada

Desarrumações diárias de uma rapariga emigrante.

24
Dez17

Coisas várias que se ouvem no jantar da consoada.

"Amanhã também é dia, agora já tenho o pandeiro cheio." "Já comi que nem um padre." "Os sírios ainda têm a luz acesa, se os antigos donos daquela casa voltassem a este mundo e vissem lá os sírios até se benziam." "O cruto da igreja por cima dos sinos fui eu que o andei a pintar há muitos anos." "A irmã não quis que a Rata fosse enterrada na mesma campa que o marido. Agora ficaram os dois em buracos diferentes." "Cá cresceu, cá se casou, mas ela é mais nova que eu e eu não cresci cá. Eu vim para cá servir nas terras, conheci o teu avô e cá fiquei com este esmaltelho." "A tia Arminda tinha um cão que cagava no fundo das escadas e ela não limpava nada. Ela ia dormir e no dia seguinte a merda ainda lá estava." "Eles é que se governavam bem, ele vinha da Suíça e dava borregos a toda a gente."

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