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Diário de uma dESarrumada

A espalhar o #cagandoeandando por essa internet fora desde 2015.

Diário de uma dESarrumada

A espalhar o #cagandoeandando por essa internet fora desde 2015.

15
Mar19

Basta deslizar um dedo...

Não me venham cá com coisas dizer que a televisão só agora ficou uma merda. Já era merda antes só que de uma forma menos escandalosa e não havia outras escolhas... Big Brother, Quinta das Celebridades, etc, etc. A malta agora tem Internet fibra ótica, imagine-se. Pode ver séries e filmes em streaming a toda a hora. O YouTube está a abarrotar de documentários grátis, há TedTalks fabulosas, existem podcasts com temáticas inimagináveis e sites com pessoas especialistas em diversas áreas. E os blogs? São para todos os gostos! E pasmem-se, no meio de tanto blog, alguns (muitos!) são sobre temas eruditos.

 

Há cada vez mais livros interessantíssimos a serem lançados e grandes obras a ser traduzidas para português. Tudo é tão acessível. Nunca uma geração teve tanto conhecimento à mão. Literalmente, basta deslizar o dedo num ecrã e temos acesso a conhecimento infinito.

 

Concluo que só vê televisão quem quer. E por isso, actualmente, posso afirmar que permanecer burro é uma escolha. 

14
Mar19

Em Ponto Maria: Cócegas

Quando soube que o tema desta semana ia ser "cócegas" até deitei as mãos à cabeça! Uma só palavra, tímida, pacata. E ia ter que dissertar sobre ela... Pois bem...! não gosto de me sentir vencida e vou lançar-me neste desafio. Mas aviso já que este texto vai ficar uma merda. Pronto, já avisei. Agora vamos lá.

 

Cócegas. Vou dividir este tema em cócegas físicas e cócegas espirituais.

 

Cócegas físicas são aquelas em que alguém vem com as suas unhacas das mãos (ou dos pés!) tocar nas nossas partes sensíveis com o objectivo de nos fazer rir / gritar /esbracejar /pontapear /sufocar / vomitar. Não necessariamente nesta ordem. Mas já vi alguém vomitar depois de receber um ataque de cócegas.

 

Falei dos pés porque não há nada mais sexy do que estar a dormir com alguém e sentir aqueles pézinhos com unhas mal cortadas a vir esfregar-se na planta dos nossos pés macios e bem cuidados #SóQueNão

 

Já viram alguém vomitar depois de um ataque de cócegas? Eu já. E não foi bonito. Vi duas pessoas, uma delas era criança e a outra estava bêbada. Conselho para a vida: nunca façam cócegas a uma rapariga bêbada! Nunca! Ou levam com um jacto de grego nas ventas que nunca mais se endireitam!

 

Cócegas espirituais incluem as chamadas "comichões na alma". Quando uma situação está ali entre o agradável e o desconfortável. Quando uma pessoa já começa a sentir que a vida lhe está a fazer umas cociguitas na alma, quando sente que certas situações já não escorregam bem, quando temos que forçar para sermos felizes. Ninguém quer uma vida arrancada a forceps, ser feliz, ou é natural ou não é. No entanto, apesar de na maior parte das vezes não termos poder de escolha sobre determinadas condições externas, na outra parte, se abrirmos bem os olhos, deparamo-nos com uma escolha que passa a ser evidente! Como se sempre tivessemos sabido a resposta.

 

E quando existem aquelas situações de injustiça? Aquelas que fazem cócegas ali na aceitação do mundo, na visão que temos do que é justo ou não... Aquelas cócegas no espírito que nos fazem gritar até rebentar as artérias: "isto não devia estar a acontecer assim", "que merda de mundo é este?", "porque é que coisas más acontecem a pessoas boas?". E outras frases clichés relativamente às injustiças que saem da nossa boca quando acontece algo para o qual não temos explicação.

 

Não é fácil falar sobre cócegas. Eu avisei que este texto ia ficar cocó. Esta semana estou numa onda mais séria. Uma situação que me deixa toda comichosa... Deve ser o período que está para chegar! E a vocês, que situações vos deixam mais comichentos?

 

Beijo na bunda! 

 

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Em Ponto Maria Oficial.jpg

 

"A coisa andou a cozinhar e eis que atingimos o ponto!!! Quinta-feira quente. Quentinha. A escaldar! A Maria chegou para tornar este dia banal da semana no dia mais ansiado por vós. Conjuntamente com o Triptofano tivemos a ideia de lançar uma rubrica semanal que vai abordar temas da actualidade que são completamente aleatórios e imprescindíveis ao mesmo tempo. Fiquem por aí e percam-se nos nossos devaneios."

 

11
Mar19

Malta de Lisboa...

As minhas estatísticas dizem que há mais de 200 Lisboetas a ver o meu blog regularmente... das duas uma, ou é sempre a mesma pessoa, ou vocês andam aos magotes por aí! Por isso vou fazer o que uma dESarrumada da Serra faz melhor e vou aproveitar-me dos vossos conhecimentos sobre a cidade...

 

Digam lá, dá para fazer Lisboa-Sintra ida e volta no mesmo dia? Com as visitinhas ao Palácio e jardins incluídas... ou aconselham ficar a dormir por lá? Que meios de transporte aconselham para esta aventura?? 

 

E já agora um restaurante fixe naquela zona que dê para ir a pé. 

 

Beijo na bunda! 

10
Mar19

Um dos bebés mais aguardados do Sapo...

... a Mariana!

 

Já chegou ao mundo! Ide lá desejar-lhe as boas-vindas!

 

Há famílias e famílias... depois há a Joana... e o Pedro... e a Alice. Mais os peludinhos de 4 patas, Vasco e Gabriela. Com uma família como estas a Mariana fica bem entregue!

 

E miúda, não leias o meu blog antes dos 18 anos que a tua mãe não deixa 

 

Beijinhos e felicidades!!!

 

10
Mar19

Pode uma mulher... comer muito?

Ontem fui com um colega do trabalho comer a um restaurante asiático do tipo Buffet! Basicamente a comida está disponível e é só pegar num prato e servirmo-nos. Aquilo tinha sushi, pratos feitos na Wok em que escolhíamos a carne  e os legumes e eles cozinhavam na hora, montes e montes de pratos chineses e sobremesas! Como já sabem eu adoro comer. Comida é tipo a minha cena preferida para meter na boca.

Comi muito, mesmo muito! O meu colega é mais novo e disse-me espantado "nunca na vida vi uma mulher comer tanto".

 

De nada meu caro, de nada.

09
Mar19

Se é para descambar, que descambe de vez!

Há algo que nunca contei no blog e que andei a esconder de mim própria durante demasiado tempo. Mas visto que 2019 é o ano do FODA-SE, sinto que ando numa de "vamos lá fazer coisas que nunca fiz e ver no que dá". Meditei muito sobre se devia falar disto aqui ou não, mas well... decidi falar. Pode ser que o facto de escrever isto pela primeira vez me ajude.

 

Desde os meus 17 anos que passo por fases da vida em que sinto atracção por mulheres. Aquilo começou ali numa visita de estudo ao jardim botânico de não sei onde, durante a secundária, acho que era Coimbra... não que este detalhe seja importante mas pronto, gosto de tentar lembrar-me de factos do passado.

 

Todas as turmas do 10º ao 12º ano foram. E ficámos a dormir numa espécie de Instituto da Juventude, eramos 6 dentro de cada quarto. 4 pessoas em beliches e 2 pessoas no meio do quarto em colchões. Eu e uma amiga ficámos as duas nos colchões no meio do quarto. Eu que sempre fui tímida e com pouca confiança em mim própria, admirava imensamente esta rapariga, queria ter a coragem e a ousadia dela e invejava certos traços da sua personalidade... na altura a cena da moda era o estilo Avril Lavigne ou Amy Lee e eu lembro-me que essa rapariga foi das primeiras a ir para a escola com lápis preto nos olhos, muito lápis preto, minha gente. Na altura parecíamos uns guaxinins tal era a quantidade de preto escorrido à volta dos olhos. Todas excepto eu que os meus pais não deixavam. E até nem queriam que saísse com essa rapariga porque eu, sendo uma rapariga "decente" e com boas notas, corria o risco de ser desviada do meu caminho perfeito, se me desse com pessoas "fora da caixa".

 

Nessa noite, lembro-me de termos ficado a falar até tarde deitadas no chão, sobre gajos, aos sussurros uma com a outra, e ela deu-me a mão antes de adormecer profundamente. Eu ainda tentei tirar a mão mas não dava, era a mão de baixo e estava numa posição esquisita... fiquei portanto uma boa hora acordada, a olhar para ela de frente, enquanto ela dormia. Foi nesse dia que as questões começaram a aparecer na minha mente... e nunca foram verdadeiramente embora.

 

Na Universidade tive 2 experiências com duas raparigas, nas quais eu quis mais, e elas não. Não houve sexo. Mas houve beijinhos e muitos amassos. Tudo muito curto e muito escondido. Eram sempre pessoas que eu conhecia bem. Mas entretanto passaram-se 8 anos e não voltei a sentir isto desta forma, pensei que a "fase" tinha passado. Acreditei que nunca mais voltaria a ter dúvidas, que homens, pilas e afins, são 100% a minha cena.

 

Pois.

 

Ontem voltou a acontecer.

 

Uma amiga minha daqui disse que se sentia atraída por mim... e que queria ter uma experiência com uma mulher... fiquei sem resposta. Inicialmente pensei "YOLO, vamos a isso!". Depois fiquei com medo, não sei de quê, comecei com aquele riso nervoso que nos sai sem querer quando estamos numa situação estranha e só queremos sair dela o mais depressa possível. E às vezes desejamos que nem tivesse acontecido. Fingi uma dor de cabeça e fui embora. Mas fiquei a pensar no assunto. E a tentar dar voltas e voltas à cabeça a tentar encontrar o verdadeiro motivo para estar com medo... no entanto, acho que o que mais me assusta nisto tudo, é que estou com imensa vontade de ir em frente, arriscar e ver no que dá, mesmo sabendo que pode dar merda.

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