Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Diário de uma desarrumada

. desarrumações . emigração . humor parvo . lifestyle . badalhoquices . coisas de gaja .

Diário de uma desarrumada

. desarrumações . emigração . humor parvo . lifestyle . badalhoquices . coisas de gaja .

28
Ago18

Dúvidas de português que me ocorrem regularmente.

Quando aprendemos uma nova língua, em detalhe, damos por nós a fazer questões sobre a nossa língua materna que nunca nos tinham ocorrido anteriormente.

 

Entre outras, as "dúvidas" parvas de português que mais me ocorrem são:

 

- Porque é que quando dizemos as vogais "a - e - i - o - u" dizemos "a - é - i - o - u" mais depois, quando o " e " está sozinho numa frase, lemos " i " e precisamos de um acento para dizer " é "?

 

- Porque é que as palavras "gratuito" e "muito" têm as duas as mesmas letras "uito", mas durante a leitura fica algo do género "muiNto" e "gratuíto" sem o tal " n " ?

 

- Lemos de forma quase igual a parte final das palavras "mãe" e "tem". Isto antes não me fazia confusão nenhuma, agora questiono-me sempre, why god, why? 

 

- Tudo que é plurais "cães", "pães","aviões", "camiões"... quando ouvem estas palavras não ficam com a sensação de que há ali um " n " no meio algures? (unicórnios lindos, eu sei o que são ditongos nasais, escusam de explicar, mas fico sempre com a sensação que há ali um " n " perdido algures...). Mas isto já é "defeito" de pequenina... porque encontrei um diário meu com 6 anos e eu escrevia coisas como "pãens", "camiõens", "coraçõens"...

 

-Palavras como "saio" e "saiu"... (verbo sair)... automaticamente lemos de forma diferente colocando a sílaba tónica em sítios diferentes... mas como fazemos isto, é bruxaria???

 

- Um " e " com chapéu (acento circunflexo) passa a ter um som mais grave, por exemplo, nas palavras "quê", "porquê", mas depois basta pôr um "m" a seguir e já não tem nada a ver. Como nas palavras: "têm", "vêm", "contêm"...

 

- Tudo que é conjugação de verbos na 2ª pessoa do plural. Às vezes sinto que falo dois "portugueses" diferentes... por exemplo, na zona onde cresci usa-se muito o "vós", e eu estava habituadíssima a falar assim, entretanto mudei de região durante os meus estudos e reparei que toda a gente usa o "vocês" (inclusivé gozaram comigo por usar o "vós" dizendo que eu sou uma campónia...), reparei então que quase ninguém nas grandes cidades sabe utilizar o "vós"... corrijam-me se estiver errada! Quantas vezes por dia usam os seguintes verbos conjugados assim? (presente, pretérito perfeito e pretérito imperfeito)
                     
Verbo ter - "vós tendes", "vós tivestes", "vós tínheis" 
Verbo pôr - "vós pondes", "vós pusestes", "vós púnheis"
Verbo ir - "vós ides", "vós fostes", "vós íeis"


Eu falo assim quando falo com a minha família, mas são as únicas pessoas com quem falo assim. Com as outras pessoas tenho tendência a utilizar o "vocês" , 3ª pessoa do plural... "vocês têm / tiveram / tinham", "vocês põem / puseram / punham", "vocês vão / foram / iam"... dou um exemplo concreto:

Se perguntar a uma amiga minha se ela vai a Lisboa com um grupo de amigos vou dizer: "vocês vão a Lisboa?", no entanto, se fizer a mesma questão aos meus pais, automaticamente, vou dizer "vós ides a Lisboa?". Porque raio isto acontece?  (e não, nunca utilizo o futuro quando falo português... para mim dizer algo do género "vocês irão a Lisboa" ou "vós ireis a Lisboa" ou "eu farei algo"... não existe no meu vocabulário oral... apesar de em francês ser o pão nosso de cada dia).

 

 

Agora imaginem explicar isto tudo a um francês... às vezes até eu fico confusa com a minha própria língua!

 

By the way, recebi o resultado do meu exame de francês, tive 83,5/100. É uma boa nota! Mas sei que se não o tivesse feito logo a seguir às férias grandes (após 3 semanas em Portugal onde raramente falei francês) poderia ter tido mais na parte oral, foi a minha nota mais baixa de 16/25. Bolas, numa próxima consigo mais! 

 

Beijo na bunda! 

27
Ago18

Diário de bordo 27.08.2018

Escrevo isto no domingo à noite (muito tarde) mas vai sair no blog na segunda-feira de manhã, porque isto já não são horas decentes para postar algo - insónia, whatelse??? Este foi o primeiro domingo do verão em que esteve mais fresquinho. Dormi com um pijama de mangas e calças compridas, e acordei gelada às 6h da manhã. Levantei-me para colocar uma mantinha em cima de mim, enrolei-me toda em modo casulo e sabe-se lá como voltei a adormecer até ao meio dia.

 

Ontem, sábado, comecei um grande destralhe aqui por casa. Adivinhava-se um fim-de-semana sem actividades previstas, e para além de ir às compras de comida no sábado e dar uma corrida no domingo, não fiz mais nada para além de arrumar e destralhar. Estou a fazer com calma, ao meu ritmo. Pois só assim funciona comigo. Nunca fui uma pessoa de pressas no que à casa diz respeito, e aceito-me assim. Parei para ir lendo uns livros ou ver uns episódios de séries, já agora, This is us é SÓ uma das melhores series de sempre. Destralhei imenso. Mas ainda falta muita coisa.

 

Cancelei uns planos que tinha para o próximo sábado. Quero continuar nesta missão de arrumar tudo que acumulei ao longo de mais de 3 anos e meio em França. E pensar que cheguei cá só com a roupa do corpo e mais 30kg de mala. Agora tenho um apartamento T2 cheio de tralha, da qual me quero livrar.

 

No meio das arrumações encontrei uma caixinha de incensos que tinha trazido de Portugal. Comprei-a algures durante o meu último ano de estudos, na loja Natura, numa altura em que estava prestes a entrar em estágios e cheia de dúvidas sobre se tinha feito a escolha correcta ao vir para esta profissão, e decidi começar a fazer meditação. Com incenso e velinhas, porque era mais zen.

 

Sempre recorri a este incenso, não de forma regular, mas quando andava mais ansiosa. Especialmente no meu primeiro ano de trabalho, e único ano de trabalho em Portugal. Desde que o trouxe para França raramente o usei, primeiro porque no início não vivia sozinha, e segundo porque quando mudei de casa ele "perdeu-se" no meio da confusão aka buraco negro que é aquela divisão para tralha - ao que algumas pessoas gostam de chamar despensa. Acendi-o ontem. Ainda sobram alguns bastões (não sei qual é o nome oficial dos "pauzinhos" de incenso?).

 

Olhem, o meu apartamento está a cheirar a Portugal, ou pelo menos aquilo que ele era para mim quando me vim embora. A casa cheira aos meus últimos estágios. Cheira a esperança, a sonhos, cheira a tudo que fui e já não sou. Já lá vão 6 anos desde que o comprei, já lá vão 6 anos desde que o respirei pela primeira vez, já lá vão 6 anos desde que andei perdida e não sabia o que o futuro me trazia. Não é que agora não ande perdida - sinto-me mais perdida do que nunca - mas ao menos já sei o que não quero.

 

Ainda me lembro do meu primeiro trabalho. De estar a morar num estúdio de um sótão com uma área de 3x3m. Tinha uma única janela de Velux no tecto, que não abria. Lembro-me de ter começado a minha vida profissional muito por baixo, de ter arriscado tudo, de ter apanhado um comboio para trabalhar a 2h de casa, porque na minha zona não havia nada para mim e queria começar a trabalhar o mais depressa possível. Ganhava sensivelmente 3€ à hora, às vezes mais, outras vezes menos. Sentia uma pressão enorme no trabalho, colegas infernais, e uma depressão a começar. Deitava-me a chorar e acordava a chorar, deixei de ver um futuro, fiquei paralisada, sem conseguir agir.

 

Depois de algum tempo lembro de me dizer que a vida não podia ser só aquilo... vezes e vezes sem conta. E o raio do incenso deixava aquele mini-estúdio empestado, tinha que abrir a porta que dava para as escadas do prédio para o estúdio arejar. Vim embora, foi a solução que encontrei para sair daquela dormência em que estava. A trabalhar 12h/dia era difícil encontrar tempo para enviar CV's e ir a entrevistas. E despedir-me para encontrar trabalho com poupanças quase nulas e sem saber quanto tempo isso poderia demorar, na altura, estava fora de questão.

 

Portanto, este cheiro fez-me lembrar do meu início, e este post foi o resultado das reflexões que tive durante o dia todo. Fez-me pensar em tudo que imaginei para a minha vida e não aconteceu. O facto de pensar que iria ter uma oportunidade assim que saísse da universidade... depois apercebi-me que estava a ser ingénua, muito ingénua mesmo. Nada cai do céu, muito menos para alguém que não tem cunhas e não foi especialmente brilhante durante as aulas. Atenção, tinha boas notas, mas era marrona, não consegui cair nas boas graças de nenhum professor que me oferecesse um trabalho na sua clínica, ou me convidasse para dar aulas na escola, como aconteceu a alguns colegas. Isso a mim nunca me aconteceu.

 

Talvez não tenha acreditado com força suficiente, talvez não tenha confiado em mim própria o suficiente. Vim embora. Mas podia ter ficado e ter continuado a tentar. Foi uma escolha minha. Não o considero desistir, considero que trouxe a minha luta para outro país onde o salário que ganho me permite pagar as contas todas e ainda fazer algumas "extravagâncias". Sei que se tivesse ficado não teria vivido tudo que já vivi, teria de certeza vivido outras coisas espectaculares, mas diferentes. Não me arrependo nem por um segundo das decisões que tomei. Mas é impossível não pensar no que poderia ter sido. E não sentir esta vontade de voltar, mais para provar a mim própria que consigo, do que por outra coisa qualquer.

 

Os amigos que tinha em Portugal foram-se afastando pouco a pouco. Só falo com 3 pessoas lá, para além da minha família, e uma delas estou a pensar cortar relações porque só me fala quando lhe é conveniente (estão a ver aquele tipo de pessoas que só fala deles mesmos e que nunca pergunta como estamos? Ela é assim). Resumindo, se voltasse para Portugal teria que começar do zero, como se fosse outro país qualquer, excepto o facto de já falar a língua e conhecer a cultura.

 

É curioso, mas quando faço arrumações, é como se vasculhasse nas gavetas internas da minha mente e abrisse tudo outra vez, para as arrumar melhor. Sinto que tenho muitos assuntos internos que nunca ficaram verdadeiramente resolvidos. Só fechei a gaveta cheia de tralha e nunca mais pensei nela. Mas, está na altura de arrumar as minhas gavetinhas, uma a uma. Demore o tempo que demorar. Sei que quando tudo estiver arrumado, por dentro e por fora, serei mais eu. E poderei, finalmente, começar a viver a minha verdadeira vida. E mandar o seu rascunho para a reciclagem.

 

 

P.s: Este é o tipo de posts que não formato porque saiu tudo de uma só vez, sem reflexão. Se as ideias estiverem confusas ou sem nexo, não se preocupem que eu também não. Só queria mesmo tirar isto do peito.

 

P.s.2: Não justifiquei o texto porque no meu post sobre as dicas de como escrever num blog a Joana Rita disse que por cada texto longo que for justificado morre um unicórnio. E Deus me acuda se morrer algum unicórnio mai'fofo por minha culpa.

 

25
Ago18

Quantas coisas és capaz de acumular? O grande destralhe.

Meus unicórnios mai'fofos, tenho algo a contar-vos: sou desarrumada. Pronto, já disse.

 

Muito desorganizada, acumuladora, procrastinadora, uma deixa-andar do pior.

 

Com esta atitude acabo por ser pouco ambientalista, ou gerir mal as minhas finanças. Compro coisas que já tinha e não me lembrava, compro comida que acabo por não comer, não planeio as minhas compras e acabo por consumir de menor qualidade e mais caro. Não sei esperar, quero tudo e agora. 

 

Livros. A minha impaciência é flagrante com os livros. Compro, começo a ler, e mando para canto porque comecei a ler outra coisa. Tenho muitos livros começados e não acabados. Decidi instaurar a regra de comprar 1 depois de ler 3. No início do verão cometi a "loucura" de comprar 5 livros, alguns dos quais era suposto ler durante as férias. Li 2. E um deles comprei em Portugal, ou seja, nem sequer fazia parte da lista original que era suposto ler. Voltei para França com mais livros do que aqueles com que tinha ido embora. Pronto, instaurei a regra. Ainda não cumpri, não acabei 3 livros. Por enquanto.

 

Comida. A alface é algo que insisto em comprar. É desta que acabo uma alface inteira. Nunca é. Nem as famílias conseguem, porque é que eu hei-de conseguir comer uma sozinha? Pronto, neste aspecto que se lixe o lado económico, comecei a comprar salada de pacote. A tal da rúcula e agrião. Acabo os pacotes todos, mesmo quando o fundinho já está a ficar mole e com ar nojentinho, cheio de humidade e a agarrar ao pacote, eu acabo aquilo. Compromisso acima de tudo. Decidi comprar menos comida para conseguir ver tudo que tenho nas prateleiras e não deixar estragar nada. O facto de estar quase falida ajudou neste ponto. Espero ansiosamente o próximo salário para respirar um bocadinho.

 

Arrumações. Acumulo papéis e papéis. Olha aqui um panfleto com actividades, deixa-me cá guardar para me lembrar que tenho que visitar este jardim, ou castelo, ou feirinha. Nunca vou. Esqueço-me. Porque os papéis ficam perdidos na minha divisão para a tralha, dentro de sacos. Nos quais eu fico meses e meses sem tocar, até me cansar e querer deitar tudo fora porque estão desactualizados. Depois acabo por não o fazer porque "nunca se sabe". Hoje ataquei essa divisão. Andava a adiar há séculos. Acho que o facto de talvez já não andar por esta região no próximo verão está a ajudar-me a ser mais agressiva no destralhe. Das duas uma, ou mudo de região e tenho as mudanças facilitadas porque tenho menos coisas, ou fico na mesma região e vivo de forma mais leve, numa casa mais arrumadinha. Ambas as situações são situações de ganhar-ganhar. Já tenho 3 sacos à porta de casa prontos para ir para o "papelão". E ainda nem sequer arrumei metade da dita cuja divisão.

 

E vocês, também têm problemas de arrumação? Já alguma vez fizeram um "grande destralhe"?

 

 

24
Ago18

E quando visitamos aquela que pode vir a ser a nossa futura "casa"?

Daqui a exactamente duas semanas vou estar a chegar de comboio à cidade que pode vir a constar na parte final do meu futuro código postal. Vi uma oferta de trabalho que me agradou imenso numa cidade que não conheço e outra em Paris. Paris é extremamente caro para viver sozinha, por isso, apesar de estar sempre a pensar ir para lá, acho que acabaria por se tornar insustentável financeiramente.

Tenciono começar a enviar currículos em breve, mas antes quero ver se sinto "faísca" pela cidade da oferta em questão, se não gostar boto para canto e continuo à procura noutros sítios. Por isso, num ataque de loucura, comprei os bilhetes de comboio para essa cidade, apesar de estar completamente falida por causa de ontem. Tantas mudanças em vista. Tantas escolhas para fazer. Espero que se concretizem, espero que esta nova vida que tenho vindo a idealizar para mim se realize, ou pelo menos uma boa parte dela. 2019 vai ser O ano.

 

Beijo na bunda! 

23
Ago18

Ontem comprei os bilhetes de avião para a Austrália.

No final do mês, mas quem é que faz uma coisa destas???

A próxima semana vai ser salada de agrião e rúcula com tomate e mozzarela para o jantar, todos os dias. Porque tenho aqui um stock que nunca mais acaba, e porque a mozzarella do LIDL é a melhor do mundo, e a mais barata. Tenho dito.

 

Beijo na bunda! 

22
Ago18

Notificações cerebrais: o regresso ao trabalho.

Estão a ver quando uma pessoa passa um dia inteiro sem ligar os dados do telemóvel e depois quando chega a casa, ao conectar-se ao wifi, chega aquela enxurrada de notificações provenientes de todas as aplicações e o telemóvel fica ali a emitir os mais variados sons durante uns 10 minutos? Estão a ver aquela sensação de pânico de não saber por onde começar a ver tudo o que se passou durante a nossa "ausência" no mundo virtual da internet?

 

Pois. Eu sinto-me assim depois das férias. No primeiro dia de trabalho. As notificações chegam em catadupa ao meu cérebro e eu ando ali feita barata tonta a tentar apreender toda a informação. Às vezes olho para o paciente que vem ter sessão comigo e fico a pensar "quem é este? qual é a patologia dele e o que é suposto eu fazer com ele?"  

 

Resumindo, demorei um mês a sentir que tinha voltado a 100%. No entanto, escusado será dizer que com as substituições de férias dos colegas e o ritmo frenético de trabalho durante o mês de Agosto (sim, porque a doença não tira férias no verão!), já estou a precisar de outras férias. Quem mais nesta situação?

 

Beijo na bunda! 

21
Ago18

Dicas para se escrever num blog que fui aprendendo ao longo de 4 anos.

E ainda com muito para aprender, mas para já isto foi o que aprendi:



- Escrever os posts mais longos durante a semana e programá-los para que saiam, ou logo de manhã, ou ali na hora de "despegar", entre as 17h30 e as 20h. As pessoas estão ou em transportes ou acabaram de chegar a casa e querem espairecer um pouco antes de começar a fazer o jantar. Posts entre as 5h e as 8h30 também funcionam bem, são os mais lidos pelas pessoas que apanham transportes para ir para o trabalho, ou que trabalham com computadores (muitas pessoas dão uma escapadinha aos blogs no início do dia de trabalho, shiiiiu, não contem a ninguém!)

 

- A terça-feira e quarta-feira, são os dias com mais visualizações. A azáfama da segunda-feira já se foi, mas ainda estamos suficientemente longe do fim-de-semana para as pessoas começarem a desconectar-se dos blogs. São portanto dias ideias para escrever testamentos ou textos mais pessoais.

 

- Escrever post curtos e divertidos ou com vídeos, músicas, frases, durante o fim-de-semana.

 

- Não escrever sobre assuntos importantes em épocas importantes, porque ninguém vai ler, exemplo: Natal, fim de ano e no mês de Agosto. Nestas épocas as pessoas só querem um post curto a desejar Feliz Natal/boas férias e nem isso vai ter visualizações porque "é mais do mesmo". Este ano tenho partilhado bastante em Agosto, e isso está a notar-se ao nível das visualizações. O ideal é fazer um post em Setembro com um apanhado de links para o que se passou no blog durante o verão. Vou fazê-lo, se estiver com paciência.


- Esta não é novidade, post com imagens e com títulos sugestivos são mais vistos. Mas não caiam no erro de fazer click-bait. Se fazem um título sugestivo, é bom que o texto fale sobre isso. Das duas uma, ou fazem humor com o vosso título, ou falam de outra coisa completamente diferente e o leitor sente-se enganado.

 

- Posts longos bem formatados aumentam a vossa chance de alguém os ler até ao fim. Ninguém quer ler um texto enorme sem justificado, parágrafos, negritos e outras estratégias para tornar um post longo mais digestível. Tenham cuidado com isto... já me aconteceu deixar de ler um texto grande porque a letra estava muito pequena ou as frases estavam muito coladas. Também já me aconteceu fazê-lo aqui no blog... mas ou é com o propósito de fazer algo do estilo "despejo da alma, vou publicar isto sem reler, nem formatar, seja o que Deus quiser", que é um estilo de posts geralmente muito apreciados, ou então estava no telemóvel, e é uma porcaria formatar posts no telemóvel.

 

- Erros de escrita... sei que acontece aos melhores e é fácil de perceber o que foi uma gralha de escrita do que é um verdadeiro erro... um "queria que tu fosse dar uma volta" não é a mesma coisa que um "queria que tu foçes dar uma volta". No entanto, um erro a cada duas palavras, evitemos... já subscrevi pessoas que fazem muitos erros porque o conteúdo é mesmo bom e uma pessoa pensa "vamos dar uma oportunidade, mas é pena escrever com tantos erros"  e eventualmente as pessoas acabam por se aperceber que o SAPO BLOGS tem uma opção fantástica na edição de posts que corrige os erros todos (botão ABC), eu uso sempre, e vocês? 

 

 

E vocês, meus unicórnios desarrumados, que dicas sobre escrever em blogs têm para partilhar com a malta?

 

Beijo na bunda! 

 

19
Ago18

Gostava de ter uma conta no Youtube.

Pois é, gostava de ser youtuber. Já trago esta espécie de sonho comigo há algum tempo, praí desde 2016, mais coisa menos coisa. Adoro ver vídeos. É mesmo algo que posso passar horas e horas a fazer. E dizem que as nossas paixões estão escondidas entre as coisas que adoramos fazer. Talvez o meu caminho possa passar por aí. Quem sabe. O meu canal seria uma mistura de informação sobre saúde, estilo de vida, alimentação e muuuuita motivação. Assuntos sobre os quais adoro ler e escrever (cada vez mais). Tudo isto misturado com algum humor... adoro ver vídeos em que a pessoa não se leva demasiado a sério. Essa seria eu. Depois de ultrapassar todas as barreiras e medos que me tenho colocado relativamente a este assunto. Nunca é o momento por diversas razões: deixa-me cá ter uma camara melhor, ah e vou precisar de um microfone, e se as pessoas fizerem comentários negativos, ou se me enganar na informação prestada. E se ninguém vir os meus vídeos, se não interessar nem ao Pai Natal? Tudo dúvidas que surgem na mente de alguém que tem muitas ideias, mas que mete muito poucas em acção. Um dia vou ser youtuber, está apontado! Quando ganhar coragem.

18
Ago18

As primeiras rugas.

Dizem que tem que se começar a usar um creme anti-rugas desde os 25 anos para evitar o aparecimento das primeiras rugas. Tenho 27, e até agora só usei hidratante e óleo de coco, com uma regularidade um pouco duvidosa! ESTOU ATRASADA PORTANTO!

Procura-se urgentemente um creme milagroso para primeiras rugas e, de preferência, que esconda o facto de eu andar cansada e com cara de desenterrada desde 2009, ou seja, desde os exames do secundário. Nunca mais tive descanso! Dormir 8 horas por noite. Não conheço! Ter horários regulares de sono. Nunca vi. Meter um creme anti-olheiras diariamente. Han?!?

17
Ago18

Estou aqui a ver os vôos para a Austrália...

... e o que é que uma pessoa faz durante um vôo de 22 horas, por exemplo?

Como é que uma pessoa ocupa o seu tempo, quando se tem os olhos extremamente sensíveis?

 

Livros, vou ficar com dor nos olhos.

Séries, vou ficar com dor nos olhos.

Dormir, boa ideia, mas vou cansar-me.

Origami, era giro, mas exige levar muito material.

 

Ideias de quem já fez viagens longas?

 

Pág. 1/2

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

O melhor comentário ganha um biscoito!

Desarrumações antigas

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D