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Diário de uma desarrumada

. desarrumações . emigração . humor parvo . lifestyle . badalhoquices . coisas de gaja .

Diário de uma desarrumada

. desarrumações . emigração . humor parvo . lifestyle . badalhoquices . coisas de gaja .

25
Set18

Lembram-se da loira com óculos de mosca?

Esta menina foi embora no início de Agosto. Costumamos fazer uma espécie de despedida lá no trabalho, em modo praxe. Molhamos o pessoal, metemos Microlax em cima do cabelo da malta, é um produto líquido, em bisnagas para ajudar a fazer cocó, que cheira muito mal. Os corredores ficam uma semana com aquele cheiro. É para levarem uma recordação aqui do Centro e não esquecerem esta equipa, que apesar de mal chefiada, é uma boa equipa. De mentes muito brilhantes e corações generosos. Que gostam de ajudar os que vão embora a livrar-se da obstipação.

Ela anunciou que se ia embora e ninguém ficou triste. No último dia trouxe um bolo, só trabalhou de manhã, foi embora, ninguém fez praxe de despedida, ninguém ficou com uma lágrimazita no canto do olho. Nadica de nada. Nem com o laxante no cabelo ela levou.

E ela lá foi para a Côte d'Azur realizar o seu sonho de conhecer um homem italiano e fornicar à beira-mar. Espero que seja bem sucedida na sua missão de ter filhos antes dos 40. Entretanto, enquanto aqui estava a trabalhar tinha feito 36.

Durante esse processo de realização pessoal, espero que também aprenda a ser mais consciente no trabalho. Fazia-lhe falta um bocadinho de brio. Os pacientes agradecem. A equipa também agradeceu ela ter ido embora. Quando se nasce com a ideia de que se veio ao mundo para ser um acessório aos olhos de um homem, não há esperança possível. Uma causa perdida.

Se passarem ali pelos lados de Nice e virem uma loiraça com óculos de mosca agarrada ao braço de um italiano com aspecto de mafioso... é ela. Digam-lhe um olá por mim e desejem-lhe sorte.

24
Set18

Cartões bancários.

O meu banco está a fazer uma campanha fantástica de um cartão de débito que permite fazer compras e levantamentos no estrangeiro (fora da zona euro) sem pagar as taxas do banco. Paga-se só as taxas de conversão, o normal. Isto para quem tem menos de 30 anos. Antes era só para menores de 25. Respirei de alívio, com 27 anos estou dentro. Corri para o banco.vPor causa da viagem à Austrália que vou fazer em Janeiro... aderi. Sou agora a feliz detentora de 4 cartões bancários, dois portugueses e dois franceses. Quem dá mais? 

23
Set18

Por uma vida com mais sabor, por favor.

Estar solteira, num meio rural, onde não há muitas actividades disponíveis para pessoas da minha idade deixa-me um pouco em baixo. Fazer entre 20 minutos a 1 hora de carro para aceder a actividades, sejam elas desporto, aulas de artes e diversas outras coisas que gostava de estar a fazer, desmotiva-me.

 

 

Gosto de pegar no carro para fazer uma ou outra actividade esporádica, mas como não aprecio conduzir, estar a pegar no carro 2 a 3 vezes por semana não dá. Já tentei no passado com inscrições no ginásio mais próximo daqui, mas conduzir durante 20 minutos para fazer os mesmos exercícios que posso estar a fazer em casa (os meus preferidos são mesmo os exercícios com o peso do corpo, não sou muito adepta das máquinas) e pagar um balúrdio para só fazer uma aula uma vez por semana, não me apanham mais nisso.

 

Por todas estas razões e por uma questão de oportunidades profissionais pretendo trocar de cidade em 2019. Do próximo ano não passa! Mas ainda tenho alguns meses de espera até poder seguir o meu caminho...

 

Enquanto isso não chega, não posso estar aqui sentada de braços cruzados, não posso andar aqui pelos cantos a ter pena de mim própria, e estou farta de esperar pelo depois para ser feliz, para dar asas a projectos só meus, saídos directamente da minha mente... criar, inventar. Neste momento os meus tempos livres são maioritariamente ocupados com o computador e alguns livros. Mais algum exercício que vou fazendo sozinha ou com a H. Sinto que o meu músculo criativo está a atrofiar, estou sempre a ser um receptor de informação, mas, tirando aqui o blog, produzo muito pouco. Cair nesta realidade foi muito duro. Perceber que, tirando a minha profissão, não tenho outra paixão.

 

Quando era pequena afundava-me em papéis cheios de desenhos feitos por mim, eram eles com lápis de cor, lápis de cera, aguarelas, tudo e tudo. Não parava quieta. Eu desenhava vestidos e outras roupas, eu desenhava planos de casas, muros, vasos, objectos de decoração. A minha família chegou a pensar que eu iria seguir o ramo da arquitectura. Não. Segui a área da saúde. Trabalho com pessoas. Ajudo pessoas a andar, sentar, levantar-se, pegar num copo, fazer coisas que antes não conseguiam fazer. Ajudo, em equipa, a dar um novo sentido à vida. Todos os dias assisto ao virar da página de muitas pessoas. Pessoas que tinham um plano de vida, ir de A até B, como todos nós, mas devido a um acaso amargo do destino vêem-se agora na situação de terem de passar por um ponto C alternativo porque o B deixou de ser acessível. E muitas descobrem-se a elas mesmas durante este processo, descobrem que o ponto C também pode ser doce. Que ainda há muito para viver. Que mesmo sem os quatros membros funcionais podem pintar quadros magníficos com a boca.

 

Isto são tudo coisas do meu quotidiano que às vezes me dão aquela sensação de murro no estômago. E de achar que não vivo a vida como devia estar a viver. Que passo muito tempo a procrastinar. Eu posso andar, correr, mexer os braços, e não faço tanto como desejaria fazer com a minha vida. Estou entorpecida no meio do mar de ideias do que quero e não avanço. Os meus doentes são a minha maior motivação. E também o meu maior abre-olhos.

 

Não sei em que ponto da vida é que uma pessoa se pode aperceber se fez uma escolha de carreira errada ou não. Mas não acho que seja o meu caso. Adoro o que faço, mesmo, muito. E quero continuar a fazê-lo. Mas a vida tem muitas áreas que podem ser fontes de prazer. Tenho o sonho, talvez impossível, ou não, de fazer coisas que me deixem feliz profissionalmente e pessoalmente. E quero que estas coisas sejam diferentes. Não quero passar os meus tempos livres a ler livros sobre a minha profissão como tenho feito. Sou alguém com vários interesses e o que faço nos tempos livres não me tem deixado feliz. Muito pelo contrário. Sinto-me como uma casa de gelados em que uma pessoa vai e só tem gelado de pistácio na lista. Quando me pedem para descrever-me uso na maior parte das vezes a minha profissão para o fazer. E isso não chega para mim, não está a chegar. 

 

Em Portugal, durante o meu único ano de trabalho por lá, frequentei aulas de pintura à noite. Fiz 2 quadros. Que ainda estão em casa dos meus pais e que eu adoro ver quando vou lá. O resultado de um tempo investido que perdura no tempo. Tenho saudades disso. E por isso comecei à procura de aulas de pintura, desenho, costura, tricot, crochet, aqui na zona. A modalidade pouco me importa. Só sei que preciso de criar e de sair um bocadinho do mundo virtual. Fazer coisas reais, tocar, sentir, criar memórias físicas. Fazer algo que me ajude a viver melhor os cerca de 9 meses que ainda tenho que passar aqui... se não encontrar aulas vou ser auto-didacta, aprender sozinha, como fazia quando era pequena. Não há-de ser difícil. Acho é que me esqueci de como isso se faz. 

 

Só sei que sinto falta de trabalhar o meu lado criativo nos tempos livres. Sinto falta de fazer uma actividade em que tenha um resultado visível no fim, poder dizer "fui eu que fiz isto" e pendurá-lo numa parede, ou no armário, ou meter numa estante. Acho que algures neste processo de chegar ao meu ponto B me perdi, perdi a minha essência criativa, o meu espírito de imaginação, a capacidade de brincar com cores e texturas. Esqueci-me de como é fazer algo sem querer obter reconhecimento profissional por isso. Esqueci-me que o alfabeto tem outras letras e que a minha vida não é só a minha profissão. Deixei cair os meus outros sabores de gelado. Tornei-me num gelado mono-sabor e eu quero ser um banana split, com gelado tutti-frutti, mais chantilly e topping de mini-biscoitos e morangos aos pedacinhos.

 

22
Set18

10 coisas que espero fazer este verão

Sabem aquela sensação de estarem nomeados para uma tag no blog e pensam "ah tenho tempo de fazer isto mais tarde", mas depois apercebem-se que já se passaram quase 3 meses, que afinal a tag é sobre uma estação do ano e que só faz sentido postar enquanto estivermos nessa estação do ano?

 

Claro que não sabem. Vocês são todos super organizados. Este tipo de merdas só me acontecem a mim.

 

 

 

Em Julho fui nomeada pelo Triptofano e pela Tri para fazer uma lista das 10 coisas que quero fazer este verão (entenda-se Verão 2018).

 

 

Regras do desafio 

 - Agradecer a quem o nomeou, fazendo uma ligação para o blogue em questão 

 - Fazer uma lista de dez coisas que gostaria de fazer - e que sejam exequíveis - este Verão! (entenda-se Verão 2018) 

 - Nomear cinco bloggers para fazer o mesmo.

 

 

Tecnicamente o VERÃO 2018 só acaba este domingo, ou seja amanhã. Tenho, exactamente, menos de 24 horas para fazer estas 10 coisas. Está tranquilo. Está favorável.

 

 

1. Masturbar-me. É o último dia do verão, isso pede um esfregar de grelo intenso. O verão está a ir-se e o inverno está a vir-se... e eu também!

2. Pôr o cabrão do lençol com elástico na cama e dormir nela. Já vai sendo tempo.

3. Fazer uma corrida de 6 km. Já o fiz uma vez, hei-de conseguir voltar a fazê-lo.

4. Lavar a louça. Já não tive colheres para o pequeno almoço, o que significa que está na hora de sacar da esponja.

5. Ver se descubro como fazer um pedido de carta de condução internacional sem ter que ir presencialmente ao IMTT ou raio-que-o-valha-que-não-percebo-um-coto-disto!

6. Estudar sobre saúde holística da mulher. Ando a ler um livro interessantíssimo sobre esta temática. A ver se o acabo.

7. Organizar as poupanças de Setembro. O mês está a acabar, daqui a pouco cai outro salário, a ver se vejo os extractos de conta para fazer as contas do mês. Sou muito desorganizada de forma global, mas com o dinheiro a coisa pia de outra forma!

8. Arrumar a casa toda, principalmente aquela despensa horrível cheia de tralha. Estou a brincar, em 24 horas não dá.

9. Ver um filme. Ainda não decidi qual. Sugestões?

10. Esperar ansiosamente pelo novo episódio de This Is Us. A terceira temporada só estreia na terça-feira, dia 25, mas eu mal posso esperar! Já só penso nisso!

 

 

Ok, isto parecem tudo coisas exequíveis em menos 24 horas, não? 

 

 

E vocês, fizeram tudo que queriam fazer este verão? O que deviam ter feito e não fizeram?

 

 

Agora vou seguir o passo 3 das regras do desafio, tenho que nomear 5 pessoas. Mas vou mudar um bocadinho as regras... contem-nos antes o que pensam fazer no Verão de 2019 só assim naquela! 

 

David Marinho

Happy

Samantha em Chamas

Fátima Bento

A Desconhecida

 

Beijo na bunda! 

 

 

 

21
Set18

Ao telefone com a minha mãe #6

No domingo passado a minha mãe fez 50 anos. Um número tão redondinho merecia um carinho especial e por isso decidi enviar-lhe um postal todo XPTO com o relevo de uma estrela dourada na capa, umas linhas douradas e azuis todas fofas e chiques e uma frase linda e bem desenhada a dizer "Parabéns. És a minha estrela".

Escrevi sobre o quanto ela significa para mim e o quanto lhe agradeço ela estar nesta vida a aturar-me com muito amor e com taaaanta paciência.

 

Na terça-feira, quando finalmente o postal chegou lá - sim, faço de propósito para as minhas prendas chegarem depois da data porque sou um bocado supersticiosa e não quero desejar o aniversário antes - ela telefonou-me com a seguinte conversa:

 

Mãe: Ai filha que postal tão lindo! Gostei muito da mensagem que escreveste! Sinto-me mesmo uma mãe muito especial.

Eu: Obrigada, ainda bem que gostou. Eu só enviei uma estrela para outra estrela.

Mãe: Mas olha, o pai quando viu o postal disse que te queria falar... Vou passá-lo, espera aí.

... 

Pai: Estou!?! (diz ele aos gritos para ter a certeza que o som chega cá bem a França sem sequer precisar do telefone)

Eu: Estou pai? Que foi?

Pai: Olha isto é tudo muito bonito, a desejares os parabéns à tua mãe com um postal todo chique, mas enfiares lá dentro 50€ por ela te aturar tanto é que nada!

 

dESarrumada, 

a ser explorada desde 1991

 

 

 

Outros telefonemas épicos:

#1 A segurar a vela

#2 O panaché 

3# O estetoscópio 

4# O botão 

5# O cavalo manco

 

20
Set18

Uma votação vibrante. Go, go, go!

Vamos lá então escolher um nome para o meu melhor amigo

 

10 dias depois a lista está feita e a votação pode começar! Ainda pensei meter o nome mais votado nos comentários deste post, mas achei que, antes de tomar uma decisão precipitada, deveria dar uma oportunidade aos desarrumados mais tímidos que não tiveram coragem de se manifestar no primeiro post. Portanto, o quizz é anónimo e está ali no canto superior direito do blog.

Ao carregarem no espaço em branco vai aparecer uma lista com os nomes disponíveis para votação e ao escolherem um têm a opção “terminé” que aparece (isto ficou em francês, paciência) e têm que carregar nela para a resposta ser tida em conta. Atenção que ao escolherem um nome penso que já não dá para voltar atrás, pelo menos eu não consegui. Por isso escolham bem antes de votar 


Então vamos lá? A lista de nomes para votação é a seguinte:

- Orgasmo

- Rosa da Felicidade

- Falo Sozinha

- António Vibrações

- Dá-me um sim

- Consolador

- Unicórnio

- As-mulheres-precisam-de-homem-o-tanas

- Anda-cá-que-vais-ver

- Purple Star

- Joy

- Arrumadinho

- Inácio

- Shiofuki

- Giovanni Dei piacere



Se tiverem problemas para responder digam que eu sou muito naba nestas coisas e não sei se o formulário ficou algo de jeito.

 

Daqui a 10 dias a votação fecha e depois venho cá meter o resultado, tá bem?

 

Beijo na bundinha 

20
Set18

Aqueles momentos em que tenho vergonha de mim própria.

Epahhhh, pronto, deixa-me cá construir os factos devagarinho: andava há montes de tempo sem sofá. Falei nisso aqui, aquiaqui (e em tantos outros posts porque andei a falar do raio do sofá durante um ano e só agora a pesquisar posts para este link é que me apercebi das inúmeras vezes que falei nele). Finalmente, arranjei o sofá em Agosto. Fui com umas amigas minha na carrinha de uma delas buscar o sofá a Orleães, a casa de um tio de uma delas que já não precisava do sofá e estava a dá-lo de graça.

 

Já disse que foi DE GRAÇA???

 

 

 

O sofá chegou cá a casa não sei como - nem queiram imaginar quatro raparigas, uma delas com 1 semana de pós-parto - a trazer um sofá até ao 4º andar de um prédio. Limpei-o com cuidado, encontrei muitas teias de aranha e os cadáveres dos ditos cujos bichos, quase que vomitava várias vezes durante todo o processo de limpeza, mas ele lá foi ficando operacional. 

Entretanto, como já sabem que sou desarrumada e não é pouco, ele andou cheio de tralha em cima durante uns tempos. No último fim-de-semana decidi tirar a tralha e o sofá ficou ali lindo e pleno à espera que eu me sentasse nele, com uma chávena de chá, a ler, ver series, ver filmes, e tantas outras coisas que tinha planeadas para ele.

 

Pois bem, gostei tanto do sofá que ando a dormir nele desde domingo. Peguei na almofada e no edredão e ala para o sofá bater um soninho daqueles mesmo bons.

 

Se fosse só isto vocês até iam achar que foi uma escolha consciente e por razões de conforto. Mas não foi. Vou contar-vos a verdadeira razão para andar a dormir no sofá.

 

No domingo tinha tido a bela ideia de tirar os lençóis da cama para os lavar (normal), só que entretanto pus-me a falar com a minha mãe ao telefone até às tantas da noite (eram os anos dela), e fiquei com tanta preguiça de meter os lençóis lavados na cama que disse para mim própria "ohhh, só por um dia dormir no sofá não há-de ser um problema". Pois. Isto já dura há 4 noites e acho que não volto para a minha caminha tão cedo porque já lhe ganhei o gosto. E meter sozinha aquele lençol com elástico à volta do colchão provoca-me cá um fastio...

 

18
Set18

A minha vaca preferida | Chocolate Milka

IMG_20180918_193917.jpg

 

Unicórnios desarrumados mais fofos, quem me segue já deve com certeza saber alguns factos sobre mim:

 

1) Sou uma forreta do pior

2) Sou viciada em chocolate

3) O meu chocolate preferido é o belo do Milka!

4) A seguir aos unicórnios, a vaca violeta é o meu animal preferido

5) Em terceiro lugar vêm os gatos de 4 patas

6) Ando a fazer greve de gatos de 2 patas

 

Tudo isto para vos dizer algo extremamente importante. Comprei estas belezuras numa ganda promoção, 6 pacotes a 3,39€! E não, não venham dizer que arranjaram mais barato que rogo-vos já uma praga que até vos nasce um furúnculo no rego do rabo!

 

E agora vocês dizem em uníssono: "Oh dESarrumada, tu falaste em 6 chocolates mas na foto só aparecem 5! Cadê o sexto?"

 

Lembram-se do facto nº 2 sobre mim?

O sexto chocolate comi-o no carro ainda antes de chegar a casa.

Típico. Não tenho emenda. 

17
Set18

Já ouviram a música "Má Vida" da Blaya?

Juro que não costumo gostar deste estilo de música, juro que a exposição que ela faz da filha me dá alguma comichão (mas andam todas a fazer o mesmo não é?), só que a música "Má vida" da Blaya não me sai da cabeça! Por nada! Gosto ainda mais do que da "Faz gostoso" que já na altura fiquei viciadona. Isto de misturar sotaque de português de Portugal com português do Brasil é a nova fórmula de sucesso... feitas bem as contas, com o boom que o funk teve nos últimos tempos num contexto internacional, não é de admirar que cada vez mais artistas peguem nisto para fazer sucesso. O pior disto tudo é que os brasileiros comentam os vídeos a dizerem que isso é o lixo musical deles, e nós aqui na Europa a curtir milhões ao som destas "pérolas". Eu incluída que já curti montes ao som da Mafiosa! A sociedade está a regredir? O planeta está a perder inteligência? O último a sair que desligue a luz.

 

Vamos escolher um nome para o meu vibrador?

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